quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Óleos Essenciais - o que são

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     Óleos essenciais são compostos voláteis extraídos das plantas por processos de destilação, compressão de cascas e nozes, assim como extração por solventes. Muitas vezes acabam sendo confundidos com óleos carreadores, essências sintéticas e outros produtos às vezes naturais como o âmbar negro (extraído do cachalote) ou o almíscar (extraído das glândulas sexuais de um animal que leva o mesmo nome).
     São quimicamente bem diversificados assim como possuem diferentes atuações, contrário dos produtos quimicamente sintéticos que possuem basicamente uma única ação química. Por exemplo, a lavanda é comumente empregada em queimaduras, também como repelente de insetos, dores de cabeça, TPM, na insônia, stress, etc.
     Nunca dois óleos essenciais serão iguais em sua forma de atuar sobre o corpo. Muitos constituintes, como os aldeídos, possuem propriedades anti-infecciosas, estimulantes da circulação e entre os óleos que possuem altos teores deles podemos citar o lemongrass (citral) , casca de canela (aldeído cinâmico), citronela (citronelal), etc.
     Cetonas terão ação sobre a regeneração celular, liquefazendo mucosidades e são úteis como descongestionantes em casos de asma, bronquites e resfriados. Entre os óleos que possuem altos teores delas citamos a lavanda spike (cânfora), tuia (tuiona), tagetes (tagetona), etc.

     Fenóis são antisépticos e úteis no combate a bactérias e vírus e podem ser encontrados nos óleos de tomilho (timol), orégano (carvacrol e timol), etc. Álcoois atuam como sedativos, antisépticos e estimulantes do sistema imunológico. Óleos que possuem altos teores em álcoois são o sândalo (santalol) e o néroli (nerol).

     Sesquiterpenos, que encontramos nos óleos de limão (limoneno), camomila (camazuleno) e pinho (pineno), são anti-inflamatórios e atuam especialmente sobre o fígado auxiliando no processo de desintoxicação do corpo e como estimulantes de funções glandulares. Em 1994, descobriu-se que os sesquiterpenos conseguiam chegar à todas as regiões do cérebro, aumentando assim, os níveis de oxigênio ao redor das glândulas pineal e pituitária.

     Imagine como não seria longa toda a listagem de compostos ativos se fossemos analisar a totalidade de óleos essenciais atualmente comercializados em todo o mundo, sem citar-se suas mais variadas indicações. Devido à esta inacreditável complexidade de centenas de diferentes compostos químicos presentes muitas vezes num único simples óleo, torna-se bem claro que o valor terapêutico dos óleos essenciais é imenso. Por outro lado, um produto sintético jamais possuirá a variedade de compostos químicos que óleos naturais contém, não tendo assim, a sinergia específica advinda da fusão molecular destes elementos que atuam de maneira bem específica na cura. Desta forma é comum vermos propriedades diferentes daquelas estudadas num laboratório junto a estes compostos: eles dentro da planta e num óleo essencial extraído de forma adequada, possuirão efeitos distintos e muito mais abrangentes daqueles verificados em sua atuação isolada, e isso acontece devido à sinergia que acontece entre os compostos que se unem em cadeias estruturais que sem os devidos cuidados no ato da destilação e extração, podem se romper e diminuir em muito as ações dos óleos empregados.

     Segundo Tabania L.Crockett, que possui mais de 20 anos de experiência de trabalho na área, uma série de fatores são passíveis de interferir no potencial terapêutico dos óleos essenciais. Entre estes, temos o método de extração, a adição de compostos químicos ao óleo essencial (o que causa o rompimento de suas estruturas moleculares diminuindo assim sua eficácia), o uso de pesticidas na plantação e até mesmo o risco de se comprar óleos com teores em radiatividade, conforme alguns provindos de regiões na Rússia afetadas pelo acidente de Chernobyl. Para saber mais sobre estes assuntos, visite nossas páginas sobre origem e extração e toxidade dos óleos essenciais.


     Segundo o Dr. Jean C. Lapraz, ele jamais encontrou qualquer bactéria ou vírus que conseguisse sobreviver à presença dos óleos de canela ou orégano. Ele encontrou também, em muitos outros óleos, estas mesmas qualidades. Isto é muito importante quando estamos frente ao tratamento de uma moléstia virótica que é resistente às drogas convencionais. No mundo de hoje, nós estamos vendo uma imensa quantidade de mutações que vírus e bactérias tem apresentado, tornando-se imunes a antibióticos que a 10 ou 20 anos atrás eram empregados em seu tratamento e que hoje são totalmente ineficientes. Como exemplo temos remédios como as sulfas e até o famoso AZT, empregado no tratamento da AIDS e que hoje vêm perdendo sua ação terapêutica.
     Os óleos essencias realmente naturais possuem uma alta frequência vibratória, que pode ser medida e comprovada cientificamente. Segundo o Dr. Royal Rife, nosso corpo possui uma frequência que fica em torno de 62 a 68MHz. Quando esta frequência cai, nosso sistema imunológico fica comprometido e doenças poderão vir a aparecer. Segundo suas pesquisas e de outros cientistas, doenças como a cândida poderão surgir se nossa frequência cair até 55MHz. Em 58MHz nosso corpo já dará evasão a gripes e resfriados e em 42MHz poderá surgir o câncer.
     Pelas pesquisas, notou-se um alto padrão vibratório nos óleos essenciais naturais que possuem intactas suas estruturas moleculares, indo sua frequuência de 52MHz a 320MHz (óleo de rosas). Em tão elevado padrão energético nenhum vírus, bactéria ou fungo poderá sobreviver, eles simplesmente desaparecem e os que sobram morrem. Assim podemos entender os poderosos efeitos antibióticos e antiviróticos da maioria dos óleos essenciais que são empregados nos mais diferentes tratamentos. Inclusive vale ressaltarmos aqui que em nenhuma das pesquisas feitas, notou-se alguma resistência por parte dos vírus ou bactérias aos óleos essenciais utilizados: simplesmente eles não criam resistência aos óleos, contrário aos antibióticos convencionais que têm perdido seu uso devido às mutações destes microorganismos.

     Um agente chave, encontrado nos óleos essenciais, e que é intensamente importante para a sustentação e regeneração de nosso corpo, é o oxigênio, isso porque óleos essenciais são antioxidantes naturais que dentro das plantas atuam em processos regenerativos, curativos, de limpeza e defesa celular, propriedades estas mesmas, ativas dentro de nosso corpo ao os utilizarmos.
     Os óleos essenciais, tem sido uma base de auxílio no aumento de oxigênio em nosso corpo, possuindo assim, a capacidade de aumentar seu nível dentro das células - o que sabe-se que melhora conseqüentemente o sistema imunológico. Assim, ao adquirir um resfriado, uma pessoa possui a capacidade de se recuperar 70% mais rápido usando óleos essenciais como o limão, tomilho ou tea tree.

     Hoje, sabe-se que a maioria das doenças é causada pela falta de oxigenação celular. Pelas últimas pesquisas, descobriu-se que células doentes devido aos processos oxidativos ocasionados pela presença de radicais livres, não possuem uma normal absorção de oxigênio, nutrientes e vitaminas necessários à sua manutenção. Ao tais substâncias não atravessarem a parede celular, vêm a ocasionar uma morte precoce da célula. O que torna-se notável em nossos comentários, é que os óleos essenciais conseguem romper esta parede danificada pelos processos oxidativos (pois são lipossolúveis), levando com isso os nutrientes e o oxigênio necessário à vida da célula. Com isso ela consegue aos poucos se recuperar, regenerando-se com o auxílio de elementos anti-oxidativos presentes nos óleos essenciais. Inclusive vale ressaltar aqui que este potencial dos óleos essenciais é tão intenso que alguns como a camomila, vêm a ser contra-indicados em tratamentos radioterápicos pois inibem a sua ação sobre o corpo, mas como reconstituinte celular pós-tratamento são excelentes.

     Está bem claro que quando os óleos essenciais são difundidos na casa, eles têm a habilidade de aumentar o índice de oxigênio na atmosfera. Eles fazem isso, liberando moléculas de oxigênio do ar. Os óleos também aumentam o ozônio e os íons negativos na casa, o que é excelente no combate à proliferação e desenvolvimento de bactérias.

     Atualmente, a ciência nos mostra que óleos essenciais como o olíbano, possuem a habilidade de aumentar os níveis de oxigênio ao redor das glândulas pineal e pituitária, o que por outro lado acaba estimulando tais glândulas, facilitando assim nossa comunicação com nosso lado espiritual. Por isso o olíbano, mirra, sândalo e outros óleos e resinas sagradas sempre foram empregados em templos com o objetivo de facilitar o contato do homem com seu lado espiritual. O olíbano inclusive alivia, por estas mesmas vias de ação, estados maníaco-depressivos. Devido a possuir uma grande intensidade em sesquiterpenos, ele também possui o potencial de trabalhar como um imunoestimulante, além de ter propriedades anti-carcinogênicas, que têm sido estudadas atualmente no tratamento do câncer.
     Oxigênio, nutrientes, vitaminas, suplementos não podem penetrar numa célula doente. Contudo, óleos essenciais podem penetrar a parede celular de lipídeos, o que resulta numa maior distribuição de oxigênio e outros nutrientes, dando assim à célula, nova vida.

Fonte: Prof. Fábián Lásló Flegner - Aromatologista, Diretor Geral Laszlo Aromaterapia.


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Óleos Essenciais - Principais indicações

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Sistema digestivo

Gastrite:
Limão, copaíba, petitgrain, alecrim QT3 (verbenona)
Úlcera estomacal: Pachouli, limão, camomila alemã, candeia, cedro do Atlas e do Himalaia, gurjan, turmérico, hedychium
Prisão de ventre: Laranja, erva-doce, anis-estrelado, cominho (negro ou o comum),  tangerina, mandarina, funcho, grapefruit, petigrain laranja, petitgrain limão, limão
Enjôo e náuseas: Hortelã pimenta, hortelã do campo, cânfora, alecrim QT1 (cânfora) ou QT2 (cineol)
Diarréia: Petitgrain laranja, petitgrain limão
Falta de apetite: Laranja, tangerina cravo, canela, cravo, limão
Apetite fora do normal: Pachouli, vetiver, priprioca, sândalo
Congestão hepática: Camomila alemã, Angélica raízes ou sementes, milefólio, hissopo, alecrim QT3 (verbenona), alecrim oleoresina ou CO2 TO, coentro, cerefólio, aipo sementes, wedellia (arnica brasileira, calêndula do mato) oleoresina, cenoura sementes
Ressaca: Limão

Sistema circulatório
Varizes: Hortelã pimenta, do campo ou verde, cânfora, limão, ciprestes, folha de junípero, pinheiro silvestre, bergamota, erigeron
Colesterol alto: Limão, alho, mirra indiana (gugulu), erigeron
Hipertensão: Lavanda fina e estoeca, murta, camomila romana, pau rosa, esclaréia, melissa, capim cidreira, litsea cubeba, verbena limão, laranja pêra (doce), erigeron 
Hipotensão: Alecrim QT1 (cânfora), cânfora branca, hissopo, lavanda spike, canela
Celulite: Hortelã pimenta, do campo ou verde, cânfora, cipreste, folha de junípero, pinheiro silvestre, citronela, capim cidreira
Obesidade: Laranja, limão, tangerina, grapefruit, erva-doce, anis estrelado, funcho
Hidropsia: Laranja, limão, tangerina, grapefruit, erva-doce, anis estrelado, funcho

Sistema esquelético-tegumentar-muscular
Artrite, reumatismo, tendões inflamados e LER: Orégano selvagem, de vaso e comum, canela cascas, tomilho, amêndoas amargas, arnica mineira, capim cidreira, limão e gengibre, angélica, hissopo, tea tree, wintergreen, bétula doce, junípero folhas, pinheiro silvestre e abeto
Gota: Capim cidreira, hissopo, limão, ligústica (levístico), canela cascas, bergamota
Verrugas e calosidades: Cedro maçã, sálvia dalmaciana (salveta), salvia officinalis, cravo da índia
Alergias de pele: Camomila romana, lavanda fina e estoeca, espruce, abeto, murta, cedros (atlas e himalaia principalmente), hortelã limão, bergamota, tanaceto azul, camomila azul, milefólio, pau rosa
Psoríase: Limão, camomila romana, lavanda fina e estoeca, mirto, milefólio, sândalo, bergamota, xantoxilum, gerânios, pau rosa 
Furúnculos e inflamações: Oréganos, tomilho vermelho, tea tree, manuka, hissopo, canela, cravo da índia, capim cidreira ou limão, milefólio, bétula branca
Cicatrização e queimaduras: Lavandas, pau rosa, hortelã limão, sândalo, mirto, óleo de Ho (ho wood e ho leaf), benjoim, xantoxilum, copaíba
Micoses: Tea tree, cravo da índia, tomilho vermelho, oréganos, manuka, capim cidreira
Cândida:Tea tree, manuka, lavanda fina, ylang ylang, cedro maçã, sálvia dalmaciana (salveta)

Sistema respiratório
Asma: Camomila romana, lavanda fina ou estoeca, tanaceto azul, camomila azul, mirto, sálvias, amni visnaga, poejos
Bronquite e sinusite: Eucalipto glóbulos, smithii e hortelã, hortelã pimenta ou do campo, alecrim QT1 e QT2, cânfora branca, amini visnaga, sálvia triloba, louro folhas e bagas, cipreste (europeu ou lusitanica) 
Rinite e alergias: Murta QT cineol, espruce canadense, poejo, wintergreen, bétula doce, bergamota
Infecções pulmonares (tuberculose, pneumonia, etc): Eucalipto citriodora, oréganos, tomilho vermelho, tea tree, manuka, kanuka, hissopo, canela casca

Sistema excretor
Rins - má eliminação: Laranja, tangerina, erva-doce, anis-estrelado, funcho
Cálculos (litíases): Renais: Pinheiro silvestre  Vesícula: Limão
Cólicas: Camomila romana,  lavanda fina, lavanda estoeca, amni visnaga 
Cistite e Nefrite: Tea tree, junípero bagas, manuka, orégano 

Sistema reprodutivo e endócrino
Frigidez e impotência:Ylang ylang completo, canela casca, cravo da índia, jasmim, benjoim do sião 
TPM (tensão pré-menstrual) e menopausa: Sálvia esclaréia, anis-estrelado, funcho, erva-doce, vitex, sálvia d dalmácia e triloba, cenoura semente, salsa
Problemas de próstata: Sálvia esclaréia, pachouli 
Falta de leite (amamentação): Anis-estrelado, funcho, erva-doce, aneto (dill), manjericão anisado 
Cândida vaginal: Tea tree, manuka, bergamota
Leucorréia: Sálvia esclaréia e triloba, tea tree, bergamota 
Cólicas: Camomila romana, mirto, lavanda fina e estoeca, cenoura semente, salsa
Câncer, tumores e cistos: Alecrim CO2 TO, alecrim oleoresina, alecrim pimenta, orégano de vaso, comum e selvagem, tumérico (açafrão, cúrcuma), cominho negro, limão, tomilho QT carvacrol/timol, palmarosa, gerânio, pau rosa, xantoxillum, cipreste, cravo  

Sangue
Anemia: Vetiver, pachouli, ligústica (levístico), parsnip, aipo sementes, cyperus (priprioca)
Sistema imunológico: Olíbano, sândalo, mirra, ylang ylang completo, jasmim, canela, cravo da índia, vetiver, pachouli, aipo sementes, cenoura sementes, cyperus, xantoxilum , lavandas, camomilas, levístico, oppoponax   
Intoxicação (depurativos): Aipo, hissopo, limão, angélica, alecrim QT3, manjericão verde

Sistema nervoso  - ver também Óleos Vegetais (indicações)
Memória fraca: Alecrim QT1 (cânfora), cânfora, hortelã pimenta
Agitação e ansiedade: Lavandas, pinheiro silvestre, ho wood, pau rosa, ylang ylang completo, neroli, laranja, petitgrains, camomila romana, murta, gerânio,
Stress nervoso: Espruce, pinheiro silvestre, abeto, lavanda, sálvia triloba, poejo, petitgrains, louro

Emocional
Tristeza, apatia e depressão: Tangerina, laranja, grapefruit, ylang ylang completo, camomila romana, bergamota, alecrim QT1, canela da China cascas, ládano (cisto)  
Raiva e dificuldade em perdoar: Camomila romana, ylang ylang completo, rosa, gerânio, ládano (cisto) 
Medo (diversos): Canela, gerânio, pachouli, vetiver, priprioca
Sensação de falta de liberdade: Louro folhas, eucalipto glóbulos, hortelã pimenta, lavanda spike, lavandas em geral, lavandins 
Falta de persistência nas coisas: Pachouli, vetiver, priprioca, bakuchi, mitti attar, breu 
Nostalgia excessiva: Canela cascas
Meditação (facilitadores): Sândalo, olíbanos, mirra, breu branco, lótus, pau santo (palo santo) abetos, espruce, cedro do himalaia e do atlas, pinheiro silvestre, cipreste, araucária, cabreúva

Outros:
Piolho: Capim cidreira, canela folhas, alecrins, louro, lavanda spike, tea tree
Caspa e seborréia: Limão, lima brasileira, alecrim QT1, alecrim QT2 (turco), laranja, tangerina, grapefruit, capim cidreira, manuka, gerânio, pau rosa, gengibre
Câncer e tumores em geral: Alecrim CO2, orégano de vaso, selvagem e comum, alecrim pimenta, tomilho, cipreste lusitânica ou europeu, cominho negro, limão, pau rosa, coentro, xantoxilum, olíbano somália, breu, cúrcuma (tumérico açafrão CO2 ou oleoresina), gerânio, rosa, palmarosa, lavandas (angustifolia, vera, etc...), camomila alemã (azul), tanaceto azul, milefolio, etc...     
Crescimento capilar (estimular): Manjericão exótico e de cheiro, sálvias, louro, cânfora branca, hortelã pimenta, alecrim Qt1 ou 2, pachouli, vetiver, cravo  
Doenças infecciosas: Tea tree, manuka, oréganos, tomilho vermelho e branco, hissopo, canela casca
Frieira: Com rachaduras: Pachouli, vetiver, priprioca, nardo. Sem rachaduras: cipreste (lusitânica ou europeu), tea tree, cravo, manuka
Ácaros, traças, cupins e fungos em geral: Tea tree, cravo selvagem (tagetes), cravo (eugenol), tomilho, alecrim pimenta e oréganos, manuka.
Chulé: Tea tree, manuka, cravo, louro, citronela, eucaliptos, capim cidreira (lemongrass), tagetes
Insônia: Camomila romana, lavanda fina, da patagônia, Mont Blanc e estoeca, pau rosa, melissa, jasmim, ylang ylang, capim limão (lemongrass), espruce
Dificuldade de engravidar: Sálvia esclaréia, vitex agnus castus 

Obs.: Matéria explicativa. Não recomendamos o uso de óleos essenciais, fitoterápicos ou qualquer outro tipo de produto (inclusive alimentos) referenciado no blog como forma de tratamento, sem o acompanhamento de um profissional devidamente apto, qualificado para tal.


Maiores informações, consultorias, assessorias a clínicas e empresas e particulares (atendimentos para problemas de saúde em geral):
Alessandro Luiz Freire - Fitoaromatologista, Permacultor, Técnico em acupuntura, Raw Personal Diet Adviser
Contatos: (12) 82035180
 
Atendimentos online!  - à distância para todo o Brasil e exterior - inclusive em inglês e espanhol

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